A ANGÚSTIA E A SERENIDADE DO SER
Por: William Shakespeare
Quando em meu mudo e doce pensamento
Chamo à lembrança os atos do passado,
Vejo lapsos em muitos acontecimentos
Traduzindo gasto d e tempo inadequado,
Inundo o olho (pouco afim ao pranto)
Por amigos deixados na morte sombria,
Choro a mágoa de antigos desencantos
E a visão do que perdi com nostalgia,
Assim, eu sinto as aflições passadas
De desventura em desventura sentidas,
Penso nas lamentações já vivenciadas
E sofro de novo as mágoas esquecidas,
Porém quando eu penso em tua amizade
As feridas se curam com naturalidade.
Tradução: José Arantes Junior
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Chamo à lembrança os atos do passado,
Vejo lapsos em muitos acontecimentos
Traduzindo gasto d e tempo inadequado,
Inundo o olho (pouco afim ao pranto)
Por amigos deixados na morte sombria,
Choro a mágoa de antigos desencantos
E a visão do que perdi com nostalgia,
Assim, eu sinto as aflições passadas
De desventura em desventura sentidas,
Penso nas lamentações já vivenciadas
E sofro de novo as mágoas esquecidas,
Porém quando eu penso em tua amizade
As feridas se curam com naturalidade.
Tradução: José Arantes Junior