A ETERNA JUVENTUDE DA POESIA
Por: William Shakespeare
O tempo voraz come as garras do leão
Faz a terra se auto devorar ao criar,
Come as presas do tigre na adequação
E faz até a vida da fênix se queimar,
Alegres e tristes estações nas rota s
Ao que murcha, faz crescer novamente,
A selvageria cai e uma amizade brota
Mas preciso esquecer um erro dolente,
Não graves teu tempo em minha feição
Nem faças linhas com uma pena antiga,
Deixes a via em purificada concepção
Para que a sucessão do belo prossiga.
Oh tempo, apesar de tua dura atitude
A minha poesia sempre terá juventude.
Tradução: José Arantes Junior
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Faz a terra se auto devorar ao criar,
Come as presas do tigre na adequação
E faz até a vida da fênix se queimar,
Alegres e tristes estações nas rota s
Ao que murcha, faz crescer novamente,
A selvageria cai e uma amizade brota
Mas preciso esquecer um erro dolente,
Não graves teu tempo em minha feição
Nem faças linhas com uma pena antiga,
Deixes a via em purificada concepção
Para que a sucessão do belo prossiga.
Oh tempo, apesar de tua dura atitude
A minha poesia sempre terá juventude.
Tradução: José Arantes Junior