92
Por: Cruz e Souza
Assim seja!
Fecha os olhos e morre calmamente!
Morre sereno do Dever cumprido!Nem o mais leve, nem um só gemidoTraia, sequer, o teu Sentir latente.
Morre com a alma leal, clarividente,
Da Crença errando no Vergel floridoE o Pensamento pelos céus, brandidoComo um gládio soberbo e refulgente.
Vai abrindo sacrário por sacrário
Do teu Sonho no templo imaginário,Na hora glacial da negra Morte imensa...
Morre com o teu Dever! Na alta confiança
De quem triunfou e sabe que descansaDesdenhando de toda a Recompensa!
Ver perfil do poeta
Voltar
Fecha os olhos e morre calmamente!
Morre sereno do Dever cumprido!Nem o mais leve, nem um só gemidoTraia, sequer, o teu Sentir latente.
Morre com a alma leal, clarividente,
Da Crença errando no Vergel floridoE o Pensamento pelos céus, brandidoComo um gládio soberbo e refulgente.
Vai abrindo sacrário por sacrário
Do teu Sonho no templo imaginário,Na hora glacial da negra Morte imensa...
Morre com o teu Dever! Na alta confiança
De quem triunfou e sabe que descansaDesdenhando de toda a Recompensa!