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Por: Cruz e Souza
Anima mea
Ó minh’alma, ó minh’alma, ó meu Abrigo,
Meu sol e minha sombra peregrina,Luz imortal que os mundos iluminaDo velho Sonho, meu fiel Amigo!
Estrada ideal de São Tiago, antigo
Templo da minha Fé casta e divina,De onde é que vem toda esta mágoa finaQue é, no entanto, consolo e que eu bendigo?
De onde é que vem tanta esperança vaga,
De onde vem tanto anseio que me alaga,Tanta diluída e sempiterna mágoa?
Ah! de onde vem toda essa estranha essência
De tanta misteriosa TranscendênciaQue estes olhos me deixa rasos de água?!
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Ó minh’alma, ó minh’alma, ó meu Abrigo,
Meu sol e minha sombra peregrina,Luz imortal que os mundos iluminaDo velho Sonho, meu fiel Amigo!
Estrada ideal de São Tiago, antigo
Templo da minha Fé casta e divina,De onde é que vem toda esta mágoa finaQue é, no entanto, consolo e que eu bendigo?
De onde é que vem tanta esperança vaga,
De onde vem tanto anseio que me alaga,Tanta diluída e sempiterna mágoa?
Ah! de onde vem toda essa estranha essência
De tanta misteriosa TranscendênciaQue estes olhos me deixa rasos de água?!