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Por: Cruz e Souza
Mealheiro de almas
Lá, das colheitas do celeste trigo,
Deus ainda escolhe a mais louçã colheita:É a alma mais serena e mais perfeitaQue ele destina conservar consigo.
Fica lá, livre, isenta de perigo,
Tranquila, pura, límpida, direitaA alma sagrada que resume a seitaDos que fazem do Amor eterno Abrigo.
Ele quer essas almas, os pães alvos
Das aras celestiais, claros e salvosDa Terra, em busca das Esferas calmas.
Ele quer delas todo o amor primeiro
Para formar o cândido mealheiroQue há de estrelar todo o Infinito de almas.
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Lá, das colheitas do celeste trigo,
Deus ainda escolhe a mais louçã colheita:É a alma mais serena e mais perfeitaQue ele destina conservar consigo.
Fica lá, livre, isenta de perigo,
Tranquila, pura, límpida, direitaA alma sagrada que resume a seitaDos que fazem do Amor eterno Abrigo.
Ele quer essas almas, os pães alvos
Das aras celestiais, claros e salvosDa Terra, em busca das Esferas calmas.
Ele quer delas todo o amor primeiro
Para formar o cândido mealheiroQue há de estrelar todo o Infinito de almas.