71
Por: Cruz e Souza
Sorriso interior
O ser que é ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,Leva consigo esse brasão augustoDo grande amor, da nobre fé tranquila.
Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence sem ânsias e sem custo...Fica sereno, num sorriso justo,Enquanto tudo em derredor oscila.
Ondas interiores de grandeza
Dão-lhe essa glória em frente à Natureza,Esse esplendor, todo esse largo eflúvio.
O ser que é ser transforma tudo em flores...
E para ironizar as próprias doresCanta por entre as águas do Dilúvio!
Ver perfil do poeta
Voltar
O ser que é ser e que jamais vacila
Nas guerras imortais entra sem susto,Leva consigo esse brasão augustoDo grande amor, da nobre fé tranquila.
Os abismos carnais da triste argila
Ele os vence sem ânsias e sem custo...Fica sereno, num sorriso justo,Enquanto tudo em derredor oscila.
Ondas interiores de grandeza
Dão-lhe essa glória em frente à Natureza,Esse esplendor, todo esse largo eflúvio.
O ser que é ser transforma tudo em flores...
E para ironizar as próprias doresCanta por entre as águas do Dilúvio!