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Por: Cruz e Souza
A grande Sede
Se tens sede de Paz e d’Esperança,
Se estás cego de Dor e de Pecado,Valha-te o Amor, ó grande abandonado,Sacia a sede com amor, descansa.
Ah! volta-te a esta zona fresca e mansa
Do Amor e ficarás desafogado,Hás de ver tudo claro, iluminadoDa luz que uma alma que tem fé alcança.
O coração que é puro e que é contrito,
Se sabe ter doçura e ter dolênciaRevive nas estrelas do Infinito.
Revive, sim, fica imortal, na essência
Dos Anjos paira, não desprende um gritoE fica, como os Anjos, na Existência.
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Se tens sede de Paz e d’Esperança,
Se estás cego de Dor e de Pecado,Valha-te o Amor, ó grande abandonado,Sacia a sede com amor, descansa.
Ah! volta-te a esta zona fresca e mansa
Do Amor e ficarás desafogado,Hás de ver tudo claro, iluminadoDa luz que uma alma que tem fé alcança.
O coração que é puro e que é contrito,
Se sabe ter doçura e ter dolênciaRevive nas estrelas do Infinito.
Revive, sim, fica imortal, na essência
Dos Anjos paira, não desprende um gritoE fica, como os Anjos, na Existência.