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Por: Cruz e Souza
Asas abertas
As asas da minh’alma estão abertas!
Podes te agasalhar no meu Carinho,Abrigar-te de frios no meu NinhoCom as tuas asas trêmulas, incertas.
Tu’alma lembra vastidões desertas
Onde tudo é gelado e é só espinho.Mas na minh’alma encontrarás o VinhoE as graças todas do Conforto certas.
Vem! Há em mim o eterno Amor imenso
Que vai tudo florindo e fecundandoE sobe aos céus como sagrado incenso.
Eis a minh’alma, as asas palpitando
Como a saudade de agitado lençoO segredo dos longes procurando...
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As asas da minh’alma estão abertas!
Podes te agasalhar no meu Carinho,Abrigar-te de frios no meu NinhoCom as tuas asas trêmulas, incertas.
Tu’alma lembra vastidões desertas
Onde tudo é gelado e é só espinho.Mas na minh’alma encontrarás o VinhoE as graças todas do Conforto certas.
Vem! Há em mim o eterno Amor imenso
Que vai tudo florindo e fecundandoE sobe aos céus como sagrado incenso.
Eis a minh’alma, as asas palpitando
Como a saudade de agitado lençoO segredo dos longes procurando...